Discurso direto
…Pessoa, Duras, Italo Calvino, Pirandello…
Dóris Graça Dias

…Pessoa, Duras, Italo Calvino, Pirandello, João de Barros, Dostoievski, Thomas Mann, Vila-Matas, Vergílio Ferreira, o, Stº Agostinho, John Steinbeck, Pascal Quignard, Sá-Carneiro, Tom Sharpe, Platão, Tora/Bíblia/Alcorão, Sophia, Ariosto, prazer, Flaubert, Iris Murdoch, Ruy Belo, Eurípides, Javier Marías, Cervantes, Cardoso Pires, Dante, da, Torrente Ballester, Virginia Woolf, Camilo Castelo Branco, Faulkner, Boris Vian, Orwell, Padre António Vieira, Proust, Beckett, leitura, Dario Fo, Camões, Guido Cavalcanti, Oscar Wilde, Pavese, Raul Brandão, Homero, é, Harold Bloom, Alfred Döblin, António Patrício, Alberto Mangel, La Fontaine, Katherine Mansfield, Fernão Mendes Pinto, Shakespeare, uma, Nietzsche, Ruben Fonseca, Cesário Verde, Paul Bowles, Nabokov, Roland Barthes, Al Berto, George Steiner, pomba, Susan Sontag, Walter Benjamin, Alexandre O’Neill Baudelaire, Oliver Sacks, Malcolm Lowry, Ruben A., Primo Levi, branca, Yourcenar, Kafka, Vitorino Nemésio, Harold Pinter, Flaubert, Patricia Highsmith, Herculano, Wittgenstein, João Cabral de Melo Neto, Valère Novarina, Herberto Helder…

– E a senhora… tem pena de não saber ler?

– Então não tenho! Ler é tão bonito…

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1 Comentários
  • (é nome é Tom Sharpe e não Tom Sharp, menina Dóris Graça Dias!)

    gostei da inclusão do seu nome nesta lista de preferências (?/referências (?) literárias. li-lhe – Tom Sharpe – a obra toda menos o último, já póstumo, e não tenho grande apetite em procurá-lo: a sua obra dos últimos anos decaíra. gastara-se, sem conseguir dar a volta e inovar. este último agarra-se ao seu personagem fétiche, Wilt, ao que li, e receio que venha estragar as boas memórias que tenho.

    Tom Sharpe nunca foi um grande escritor. porém foi um excelente cultor do estilo de humor inglês, que aprecio, e sacou-me grandes e surpreendentes gargalhadas públicas, eu que namoro em silêncio. construiu personagens e situações épicas. quem o leu sabe o que digo. o Kommandant, o boer racista que na iminência de ser sujeito a um transplante de coração digladiava-se entre a vontade de viver e o medo de receber um coração dum negro é uma delas. e o Wilt, claro. e mais, mais.

    pronto, o ter-lhe lido o nome – tão raro… – fez-me saltar este comentário. um agradecimento a jeito de homenagem póstuma: faleceu o ano passado, em Espanha, onde residia. thanks, Tom Sharpe. enriqueceste-me

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