Exposição
Audrey Hepburn, 20 Anos Depois
Fotografias de Bob Willoughby

Vinte anos depois da sua morte, a sensação que perdura é a de um vazio que jamais será preenchido. Audrey Hepburn (1929 – 1993) era inimitável e, como tal, insubstituível. Irresistivelmente distinta, talvez o exemplo máximo da magreza elegante, com a sua figura de princesa, e notavelmente feminina, ou não tivesse sido ela a musa de Givenchy, Audrey Hepburn, filha de um banqueiro britânico e de uma baronesa holandesa, permanecerá para sempre na nossa memória, seja esta cinéfila ou não. 

Senhora de uma sofisticação sem igual, Audrey Hepburn aliava a graciosidade de uma bailarina clássica com a magnificência de uma estrela de cinema. Contracenou com, por exemplo, Gregory Peck, Humphrey Bogart, Henry Fonda, Cary Grant e Fred Astaire, e ainda desenvolveu um notável trabalho humanitário enquanto embaixadora da UNICEF.

A FNAC, em parceria com a TASCHEN, evoca-a, através desta exposição, a interagir com atores e realizadores, a preparar-se para uma cena, a pousar para uma fotografia ou simplesmente a ser ela própria, sorridente ou serena, fotografada por Bob Willoughby (1927-2009), um dos mais admiráveis fotógrafos americanos e mais um a deixar-se fascinar pela fascinante. Como o compreendemos.

 

As fotografias que compõem esta exposição são parte integrante do livro Audrey Hepburn. Photographs 1953–1966 de Bob Willoughby, edição da TASCHEN.

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10 Comentários
  • Cara Carina,
    A exposição estará na FNAC LeiriaShopping até ao dia 11 de Fevereiro.
    Com os melhores cumprimentos,
    culturafnac

  • Adoro a Audrey Hepburn. Sou de Leiria e gostava muito de ir ver a exposição, gostava de saber se a exposição vai estar no shopping o mês de Janeiro inteiro.

  • Cara Joana Santos,
    Agradecemos o seu comentário e o interesse demonstrado pela agenda cultural FNAC.
    Informamos que está previsto que esta exposição passe por uma das FNAC no Porto. Mantenha-se atenta ao http://www.culturafnac.pt/.
    Com os melhores cumprimentos,
    culturafnac.

  • Cara Ana Cunha,
    Agradecemos o seu comentário e o interesse demonstrado pela agenda cultural FNAC.
    Informamos que a exposição irá regressar a uma das nossas lojas de Lisboa em 2014.
    Mantenha-se atenta ao http://www.culturafnac.pt/.
    Com os melhores cumprimentos,
    culturafnac.

  • Lamento Teresa Magalhães a Audrey pode não ter sabido cantar mas o seu talento como atriz supera os seus defeitos além disso não foi uma fraude cinematográfica pois a Julie Andrews chegou a ser My Fair Lady na Broadway e ainda é possível ouvir a sua voz como Eliza Doolittle. No entanto, não me parece ter o direito de afirmar que não simpatiza com a atriz por ela ter feito um filme que não a agradou, o seu trabalho humanitário mudou o mundo. A Audrey era excelente em tudo o que fazia e até podia não saber cantar mas tinha um coração que muitos desejavam. Ela tinha um espírito inigualável e lamento mas você, por não a admirar e olhar para a alma e a pessoa incrível que era, é que perde!!
    A Audrey Hepburn não “cobrou baratinho” ela tem um talento que muitos desejam e acredite quando lhe digo que é pra mim um ídolo e o meu herói!!!

  • Eu não simpatizo com ela. A Julie Andrews é que era suposta ter feito o My Fair Lady, e estava já de contrato pronto para ser assinado, e só não assinou porque a Audrey Hepburn cobrou baratinho, mas ela nem sequer sabia cantar. Foi uma fraude da indústria cinematográfica.

  • Difícil de igualar em beleza, elegância, simplicidade… A grandeza das pessoas traduz-se nos seus gestos diários. Audrey Hepburn é um exemplo a seguir.

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