Responsabilidade Social
FNAC e AMI CONTRA A POBREZA EM PORTUGAL
 

Pelo terceiro ano consecutivo, a FNAC organiza uma campanha de sensibilização e de recolha de fundos a favor da AMI para a luta contra a pobreza e a exclusão social em Portugal. 

          

 

Durante o período de Natal, já é possível contribuir a favor da luta contra a pobreza em Portugal em qualquer FNAC do país, através do acréscimo de 1€, ou mais, ao total do talão de compra.    

A FNAC, através de mensagens difundidas pelas suas lojas, convida os clientes a oferecerem uma refeição, um banho ou uma lavagem de roupa, entre outros exemplos, a todos aqueles que não possuem recursos suficientes para satisfazer estas necessidades.  

                                                                                                  

 

A totalidade dos fundos angariados reverterá a favor da Fundação AMI que disponibiliza, através de nove Centros Porta Amiga, dois conjuntos de serviços de apoio: os que visam satisfazer as necessidades básicas, tais como refeitório, balneário, roupeiro, lavandaria, dispensário médico e de enfermagem; e os que visam desenvolver a autonomia dos beneficiários, promovendo a sua reinserção social, tais como o apoio social, o apoio na procura de emprego, o apoio jurídico e a formação e validação de competências.

    

    

Desde 1994, e através dos Centro Porta Amiga, os serviços sociais da AMI apoiaram mais de 50.000 pessoas em situação de pobreza e exclusão social.

Em 2011, 14.937 pessoas procuraram apoio social na AMI, mais 2.554 do que em 2010. Em 2012, entre Janeiro e Junho, a AMI apoiou 10.030 pessoas, o que representa um aumento de 10% relativamente ao mesmo período do ano passado.

 

A Pobreza em Portugal

A pobreza tem-se tornado, ao longo dos tempos, num dos principais entraves à evolução das sociedades. Por ser uma ofensa à dignidade humana e um dos principais focos de instabilidade social, muitos governos têm procurado inserir medidas nos seus programas de governação que visem combater este flagelo social, mas que se têm revelado insuficientes face aos desequilíbrios económicos e sociais das últimas décadas. 
      

De acordo com o INE, 18% da população residente em Portugal encontra-se em risco de pobreza, observando-se o agravamento da situação económica das famílias portuguesas, devido a rendimentos insuficientes. Num cenário sem apoios sociais e sem o trabalho realizado pelas instituições de solidariedade social, a situação nacional seria ainda mais inquietante.

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