Novos Talentos FNAC
Marcus Garcia Moreira
Portugal

Marcus Garcia Moreira é um fotógrafo, nascido no Rio de Janeiro, cidadão português, formado no Porto na Escola Superior Artística do Porto. Durante a sua formação realizou trabalhos de criação, produção e organização na área de fotografia, dos quais se podem referir o levantamento fotográfico da Escola de Jazz do Porto, a fundação do Núcleo de Fotografia de Espinho – Infinito Zero, a direcção e produção do trabalho fotográfico para o álbum de estreia dos ADN editado pela EMI – Valentim de Carvalho, e a participação na exposição colectiva “ Sala Bombarda “ com o trabalho “ Lustre “( Aniki Bóbó ) por ocasião da abertura do espaço Artes em Partes.

Em 1998 funda com a artista plástica Carla Moreira e o fotógrafo LimaMil o colectivo Sentidos Grátis com o qual colabora até 2001. Este colectivo será responsável pela realização anual de um principal evento multidisciplinar com base num manifesto, o qual tem como principais premissas a gratuitidade e a “ocupação” de espaços da cidade, devolvendo-os á participação da vida quotidiana.

 Após o evento inaugural, o colectivo participa, ainda em 98, no Festival Mundial da Juventude na Costa da Caparica com uma exposição colectiva.

 Nos anos de 1999 e 2000 o colectivo recebe durante o Evento 2.0, artistas não só nacionais mas também de países europeus, africanos e sul americanos durante a ocupação do espaço da Rua das Flores – Papelaria Reis – no Porto. Ainda em 2000 o colectivo realiza varias intervenções em Jardins da Cidade e participa na exposição colectiva dos artistas finalistas da Faculdade de Belas Artes da Universidade Compultense de Madrid, com o trabalho “ Libertações “

Em paralelo a este colectivo está o seu trabalho na direcção, produção e actividade do Núcleo de fotografia Infinito Zero que em 1998 tem a sua primeira exposição na galeria da Livramar em Espinho com o titulo Fotografia Estenopeica. Em 99 este grupo expõe “ Linhas Cruzadas “ e participa na exposição colectiva comemorativa do Centenário do Concelho de Espinho – 100 Fotos – com organização da câmara local. Organiza conversas com fotógrafos de diversas áreas, convidados para mostrar e falar sobre os seus trabalhos.

Ainda em 99, Marcus participa na exposição colectiva “ Sem Fio Condutor “ na Galeria do Labirinto – Porto, e é seleccionado com o portofólio Paisagens Urbanas para a VI Bienal de Vila Franca de Xira e que nesse ano é apresentado na exposição colectiva na Casa das Artes do Porto, relativa ao Prémio Pedro Miguel Frades instituído nesse ano pelo CPF – Centro Português de Fotografia.

Nesse ano é seleccionado para a exposição relativa ao III Concurso Nacional Jovens nas Artes Plásticas – Francisco Wandschneider da ANJE.

Ainda em 99 é responsável pela projecção de imagem e iluminação das performances realizadas com o musico Alexandre Garrett no Café da Praça, no Meia Cave, no Jazz Café e nos Maus Hábitos no Porto.

Em 2000 o Nucleo de Fotografia – Infinito Zero – organiza a exposição colectiva Mostra Zero na Galeria do Teatro São Pedro em Espinho, com a participação de fotógrafos convidados.

 Nesse mesmo ano recebe o 1º prémio do concurso Arte XXI  – Camara Municipal de Espinho.

 Em junho de 2001 participa no Evento 3.0 dos Sentidos Grátis com o trabalho Andy War.

Dá inicio á realização para a Sete Pés – produtora cultural e artistica, das suas primeiras enomendas, e nesse ano editam para a  Porto 2001 Capital Europeia da Cultura a brochura/livro “ Tradições “ – Eventos da Memória.

Em Setembro estabelece uma parceria, que mantém  até á presente data, com o fotógrafo António Teixeira, e em conjunto formam uma empresa que desenvolve trabalho fotográfico para vários gabinetes de design e produtoras.

 Em 2002 participa com duas peças pertencentes ao trabalho fotográfico “ Atmosféricos  – Um Outro Brasil “, na exposição colectiva no Mercado Ferreira Borges – Porto, que assinalou os 20 Anos da ESAP . Edição de Catálogo.

 Em 2003 o mesmo trabalho está representado na exposição colectiva de Artistas do Porto na Galeria Labora – Vigo.

Nesse ano obtém o certificado do curso Produção e Montagem de Exposições  – Braga, Museu da Imagem – organizado pela Sete Pés e com as formadoras Luisa Ramos e Isabel Corte-Real.

 Em 2004 Marcus recebe a menção honrosa do Prémio Fnac – Novos talentos da Fotografia Portuguesa com o trabalho – MAPA.

Nesse ano é publicado texto e imagens do seu percurso no 2º Caderno das Artes Câmara Municipal de Espinho.

 Em 2005 participa no Festival Black & White da Universidade Católica, com o trabalho “ Presença Humana “.

Realiza Oficinas de Fotografia Criativa para crianças e jovens na Mediateca do Bairro de Anta – Espinho.

È responsável pelo trabalho fotográfico das Agendas – Ciências Em Dia e Artes em Dias, editadas pela Sete Pés.

 Em 2006 apresenta pequenos formatos no Espaço 100 + nem – , Porto.

É publicado parte do portofólio  “ Aparições “ coreografia de Bruno Dizien, nos Cadernos do Rivoli – Culturporto.

No inicio desse ano recebe a encomenda da Cerciespinho, por ocasião das comemorações do seu 30º Aniversário, para a produção de um trabalho fotográfico editado em livro e corpo da exposição “ Vidas Todos os Dias “, que é apresentado em Setembro em Espinho.

 Em fevereiro de 2007 o trabalho MAPA é apresentado na Galeria do Clube Literário do Porto e em Abril na Galeria Sub-Verso em Espinho.

Ainda sob a encomenda da Sete Pés, Marcus realiza a obra ícone do Evento Almoço na Relva, que teve como proposta de criação uma obra fotográfica que fosse uma reinterpretação da obra de Edouard Manet – Le Dejeuner Sur L´Herbe. Esta fotografia de grande formato esteve presente na exposição colectiva “ Almoço na Relva “ na Casa da Cultura de Paredes em conjunto com as obras ( pintura e video ) de Sónia Carvalho e as fotografias de Virgílio Ferreira – Catálogo editado.

Em Maio Marcus realizou uma palestra sobre o seu trabalho, no Fórum da Fnac do Gaiashoping, inserida no Ciclo Novas Tecnologias.

Nesse mês a exposição Vidas Todos os Dias é apresentada na Casa da Cultura de Paredes.

Em Junho/Julho este trabalho estará na Gulbenkian do Rio de Janeiro, inserida na programação do Fotorio – Bienal de Fotografia do Rio de Janeiro, seguindo em Agosto para o CCJF – Centro Cultural da Justiça Federal na mesma cidade.

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